Tokyo Death Race, mangá de Naoki Serizawa, chega ao fim em 2026

O mangaká Naoki Serizawa, conhecido por séries como Saru Lock, encerrou a publicação do seu mangá mais recente, Tokyo Death Race. Com previsão de término neste início de 2026, a obra, que era publicada no aplicativo Magazine Pocket da Kodansha desde dezembro de 2024, se despediu dos leitores após uma curta, porém intensa, corrida. A trama futurista e brutal, onde pilotos disputam uma corrida mortal usando armas, teve seu segundo e aparente último volume físico lançado em agosto do ano passado, consolidando uma narrativa de ação que já marca o currículo do autor.
A conclusão da série, ainda que rápida, segue um padrão na carreira de Serizawa, que costuma alternar entre projetos de diferentes durações. Por isso, fãs do criador podem ficar tranquilos, pois ele mantém outras obras em andamento. Enquanto isso, a Kodansha finaliza a publicação dos volumes físicos, oferecendo aos colecionadores brasileiros a chance de adquirir a história completa em poucos tomos. O fim de Tokyo Death Race não significa folga para o autor, que continua ativo no mercado e com um histórico sólido em design de monstros e comédias de ação.
Um legado de ação e horror
Além do recente Tokyo Death Race, Naoki Serizawa possui uma carreira diversificada que certamente interessa ao fã de cultura pop japonesa no Brasil. Seu trabalho mais famoso, a série Saru Lock, começou em 2003 e gerou até adaptações live-action, mostrando sua influência. Além disso, o mangaká também deixou sua marca no universo de Resident Evil com o mangá Biohazard: Marhawa Desire, publicado no Brasil como Resident Evil: O Desejo de Marhawa pela Viz Media. Dessa forma, seu estilo que mistura ação, comédia e elementos de horror está bem representado em várias obras acessíveis ao público brasileiro.
Atualmente, Serizawa ainda colabora com o projeto Seiheki Club, iniciado em 2021, e sua experiência foi crucial em projetos como o anime Gibiate, onde atuou como designer de monstros. Portanto, mesmo com o fim de um projeto, o autor segue como um nome ativo e relevante na indústria. Para os fãs brasileiros, a dica é ficar de olho nas publicações da Kodansha e da Panini, que costumam trazer esses trabalhos para cá, seja em versão digital ou física.









