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Fallout na TV Usa ‘Drogas’, Termo que Jogos Modernos Evitavam

Fallout, a aclamada série da Amazon Prime Video, está fazendo em 2026 o que os jogos modernos da franquia evitavam há anos: usar abertamente a palavra “drogas”. Enquanto os games tiveram de criar termos fictícios como “chems” para burlar restrições de classificação, a adaptação live-action, que tem novos episódios chegando em janeiro, adota a nomenclatura real sem rodeios. Este movimento ocorre especificamente no quarto episódio da segunda temporada, disponível agora, onde a personagem Lucy, interpretada por Ella Purnell, admite seu vício. A mudança é significativa porque reflete uma flexibilidade narrativa que o meio televisivo possui, mas que era limitada nos videogames, especialmente após pressões de órgãos classificadores como o australiano.

O fato gerou imediato burburinho entre os fãs brasileiros, que notaram a ausência do jargão clássico “chems”. Por isso, a série parece testar os limites e, ao mesmo tempo, fazer uma homenagem aos títulos clássicos como Fallout 2, que usavam o termo “drogas” livremente. Dessa forma, a produção não apenas adapta o universo pós-apocalíptico, mas também revisita suas raízes, criando um diálogo interessante entre as mídias e as diferentes gerações de jogadores.

Por que “chems” virou padrão nos games?

A substituição por “chems” nos jogos modernos, como Fallout 3 e 4, não foi uma escolha aleatória de lore, mas sim uma resposta prática a regras rígidas de classificação etária. Devido a isso, distribuidoras como a Bethesda optaram por linguagem ficcional para evitar restrições de venda em mercados sensíveis, como a Austrália. No entanto, a série de TV, com sua classificação adulta na Amazon Prime Video, não enfrenta as mesmas barreiras. Além disso, há uma teoria narrativa elegante: “chems” pode ser uma gíria do mundo pós-guerra, portanto, uma habitante de Vault como Lucy realmente não a conheceria. Assim, a mudança na série serve tanto à clareza para o público geral quanto à coerência interna da história.

O que esperar dos próximos episódios?

Com previsão de novos episódios toda quarta-feira, o arco de dependência química de Lucy promete ter consequências diretas na trama. O final do episódio em questão a mostra, ao lado de O Ghoul (Walton Goggins), encontrando um temível Deathclaw no New Vegas Strip. A grande questão para os fãs agora é: o Buffout que ela tomou ainda fará efeito nesse confronto? Portanto, a adoção do termo “drogas” vai além de um detalhe curioso e se conecta diretamente ao desenvolvimento da personagem e aos perigos do deserto wasteland. Esta abordagem mais direta, portanto, pode influenciar futuras narrativas tanto na TV quanto, quem sabe, nos próximos jogos da franquia.

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Adriano Ladislau

Adriano é Mercadólogo, Publicitário, Professor e Podcaster. Atua há mais de 10 anos escrevendo conteúdo especializado em cultura geek e, paralelamente, desenvolveu uma carreira sólida no marketing, com foco em análise de dados e campanhas criativas. Já liderou equipes, negociou parcerias com grandes marcas e hoje ensina novos profissionais a navegar nesse universo com conteúdo direto, prático e bem-humorado. Quando não está cuidando do Santuário Geek ou do seu grupo no Telegram, provavelmente está ouvindo Queen ou maratonando um clássico do gênero Tokusatsu.

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