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Arc Raiders: matchmaking não é só agressão, explica desenvolvedor

Arc Raiders, o aguardado jogo de tiro e extração da Embark Studios, está no centro de uma discussão interessante sobre seu sistema de matchmaking. Neste início de 2026, os jogadores brasileiros tentavam decifrar como o jogo forma as partidas. A teoria mais popular sugeria um mecanismo baseado no nível de agressão de cada um. Enquanto isso, o chefe da Embark, Patrick Söderlund, chegou a confirmar essa ideia, dizendo que quem atira primeiro tende a encontrar jogadores similares. No entanto, essa explicação ganhou novos contornos com a intervenção do líder de design do jogo, Virgil Watkins, que conversou com o site GamesRadar+ para esclarecer o assunto.

A verdade, segundo Watkins, é mais complexa. Chamar o sistema de “baseado em agressão” é um equívoco, apesar de conter um fundo de verdade. Em outras palavras, o jogo observa seu comportamento, mas leva em conta uma combinação sutil de fatores para criar uma experiência balanceada. Esse mecanismo é importante porque define diretamente a sua diversão dentro do jogo, promovendo encontros mais justos e evitando que jogadores pacíficos caiam sempre em lobbies extremamente hostis. Dessa forma, a Embark busca um equilíbrio delicado, ajustando constantemente a fórmula para que ninguém consiga “enganar” o sistema e escolher com quem quer jogar.

Um Espectro, Não Uma Escolha Binária

Virgil Watkins foi claro ao dizer que a situação não é preto no branco. Portanto, não espere encontrar salas cheias apenas de anjinhos ou apenas de agressivos. O matchmaking de Arc Raiders funciona em um espectro. Se você coopera com estranhos e evita conflitos desnecessários, as chances de encontrar pessoas com a mesma mentalidade são maiores. Por outro lado, se sua estratégia é atirar em qualquer vulto que apareça, prepare-se para enfrentar oponentes que pensam igual. Ainda assim, o líder de design admite que a equipe não se incomoda se os jogadores usarem esse conhecimento a seu favor, desde que de forma orgânica. Ou seja, você tem uma certa agência para tentar um ambiente menos hostil, se for sua preferência.

Acima de tudo, Watkins enfatizou dois pontos cruciais. Primeiro, seu equipamento (gear) não influencia em nada na formação das partidas. Em segundo lugar, sua habilidade individual também fica de fora dessa equação. A meta principal é criar dinâmicas interessantes e imprevisíveis, sem categorizar os jogadores de forma rígida. Com previsão de novos ajustes ao longo de 2026, o sistema deve continuar evoluindo. Dessa forma, a experiência em Arc Raiders promete se manter fresca e desafiadora para o público brasileiro, que adora um bom shooter com camadas de estratégia.

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Adriano Ladislau

Adriano é Mercadólogo, Publicitário, Professor e Podcaster. Atua há mais de 10 anos escrevendo conteúdo especializado em cultura geek e, paralelamente, desenvolveu uma carreira sólida no marketing, com foco em análise de dados e campanhas criativas. Já liderou equipes, negociou parcerias com grandes marcas e hoje ensina novos profissionais a navegar nesse universo com conteúdo direto, prático e bem-humorado. Quando não está cuidando do Santuário Geek ou do seu grupo no Telegram, provavelmente está ouvindo Queen ou maratonando um clássico do gênero Tokusatsu.

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