Bastidores do Rouge na HBO Max: Exigências e climão marcam contrato

A HBO Max confirmou a série documental do Rouge para este ano de 2026, mas os bastidores revelam uma série de exigências contratuais que quase travaram o projeto. Enquanto os fãs aguardam o retorno do fenômeno pop dos anos 2000, as negociações individuais expuseram feridas antigas e condições específicas para que as cantoras aceitassem abrir a intimidade diante das câmeras.
Luciana Andrade foi o nome que mais deu trabalho durante o processo de assinatura. Ela exigiu que o roteiro não abordasse brigas internas nem a retratasse como vilã, algo que também foi solicitado pelas outras integrantes. No entanto, a entrada tardia de Luciana no projeto gerou desconforto em Fantine Thó, que mora na Holanda e já havia organizado toda a sua agenda de gravações acreditando que a ex-colega não participaria do documentário.
Acordos e Temas Proibidos
Apesar das tensões entre as duas, Karin Hills e Aline Wirley foram as primeiras a aceitar o convite sem impor grandes obstáculos. Elas apenas concordaram em preservar a imagem do grupo o máximo possível nos depoimentos individuais. Por outro lado, um nome é terminantemente proibido nas gravações: Elisabetta Zenatti. A ex-empresária do grupo hoje é vice-presidente de conteúdo da Netflix, por isso a HBO prefere evitar qualquer conflito direto com a concorrente, especialmente após a Warner Bros. ser comprada pela gigante do streaming.
Uma Integrante Fora do Projeto
Infelizmente, o documentário não contará com o quinteto completo em fevereiro de 2026. Li Martins desistiu da produção após a morte trágica de seu marido, JP Mantovani, em um acidente de moto ocorrido em setembro de 2025. Mesmo tendo assinado o contrato inicialmente e feito suas próprias exigências, a cantora optou por se afastar devido ao luto. Dessa forma, a HBO manteve o cronograma original sem sua presença, o que motivou algumas indiretas de Fantine Thó nas redes sociais sobre o compromisso com o projeto.









