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Highguard: O novo shooter do PS5 que mistura tudo e não acerta nada

Highguard, o novo shooter PvP da Wildlight Entertainment, chegou ao PS5 em fevereiro de 2026 com a promessa de unir mecânicas de vários sucessos em um só lugar. No entanto, o título estreou com uma queda drástica de 93% em sua base de jogadores logo na primeira semana, provando que tentar agradar todo mundo pode ser um erro fatal. O game mistura a fortificação de Rainbow Six Siege, o sistema de loot de Fortnite e as habilidades de heróis de Apex Legends, mas o resultado final carece de uma identidade própria.

As partidas seguem um ritmo de idas e vindas onde trios precisam proteger geradores em sua base enquanto tentam invadir o território adversário. Para isso, os jogadores utilizam montarias para explorar o mapa em busca de armas e da Shieldbreaker, uma espada necessária para romper os escudos inimigos. Embora o combate pareça fluido e as armas tenham um peso satisfatório no PS5, a fase de coleta de recursos é entediante e desconectada da ação principal.

Estrutura das Partidas em Highguard

  • Fortificação: Equipes reforçam as paredes da base para proteger três geradores.
  • Fase de Loot: Jogadores buscam a moeda Vespa, armaduras e armas pelo mapa.
  • Shieldbreaker: Uma espada surge no mapa e deve ser levada à base inimiga para iniciar o ataque.
  • O Raid: A equipe tem poucos minutos para destruir os geradores adversários e vencer.

Problemas de Execução e Desempenho

Apesar do pedigree da equipe de desenvolvimento aparecer nas animações suaves, o jogo sofre com um design genérico e falta de foco. Jogar com desconhecidos é um desafio extra, já que a estratégia exige coordenação total e qualquer erro resulta em uma morte rápida. Além disso, as mecânicas de defesa parecem inúteis, pois todos os personagens possuem ferramentas que destroem paredes fortificadas facilmente, anulando o esforço inicial dos defensores.

No PS5 Pro, o jogo roda com nitidez e estabilidade, mesmo sem uma atualização específica para o hardware mais potente. Por outro lado, a ausência de suporte aos gatilhos adaptáveis e ao feedback tátil do DualSense decepciona quem busca uma experiência imersiva em 2026. Com um visual que mistura fantasia e tecnologia de forma confusa, Highguard se torna um exemplo de jogo que tem potencial, mas se perde em um mar de ideias mal aproveitadas.

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Adriano Ladislau

Adriano é Mercadólogo, Publicitário, Professor e Podcaster. Atua há mais de 10 anos escrevendo conteúdo especializado em cultura geek e, paralelamente, desenvolveu uma carreira sólida no marketing, com foco em análise de dados e campanhas criativas. Já liderou equipes, negociou parcerias com grandes marcas e hoje ensina novos profissionais a navegar nesse universo com conteúdo direto, prático e bem-humorado. Quando não está cuidando do Santuário Geek ou do seu grupo no Telegram, provavelmente está ouvindo Queen ou maratonando um clássico do gênero Tokusatsu.

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