Borderlands 4: mundo aberto e menos humor dividem opiniões em 2026

Borderlands 4, o aguardado jogo de tiro e coleta de loot da Gearbox, chegou ao mercado em 2026 com mudanças ambiciosas que dividiram a crítica especializada. A principal novidade, um mundo aberto contínuo com menos telas de carregamento, prometia evoluir a fórmula da franquia. No entanto, essa adição, junto com um humor mais contido, resultou em um título que, para muitos, perdeu parte da personalidade escrachada que cativou fãs ao longo dos anos. A análise, publicada originalmente pelo site Delfos, aponta que o jogo tenta responder a críticas do antecessor, mas acaba criando novos problemas em seu caminho.

O lançamento ocorreu no final de 2025, mas a experiência de jogo em janeiro de 2026 ainda revela questões de otimização e bugs persistentes. A relevância do título é inquestionável, pois Borderlands é uma das franquias mais populares do gênero looter shooter. A mudança para um mapa único aberto altera profundamente o ritmo da jogatina, substituindo áreas instanciadas por um vasto deserto repleto de atividades, nem sempre inspiradas. Dessa forma, a Gearbox tenta modernizar a série, embora o resultado final pareça, em muitos momentos, um passo atrás em criatividade e diversão pura.

Acertos e Erros na Nova Fórmula

Entre as melhorias mais bem-vindas, está um sistema de gerenciamento de inventário que permite marcar itens como “lixo” diretamente no chão, economizando um tempo valioso que antes era gasto em menus. No entanto, essa qualidade de vida contrasta com a persistência de problemas antigos, como a necessidade absoluta de expandir o inventário coletando itens mundanos. O combate, felizmente, permanece um ponto alto, sendo descrito como “uma delícia”, com a sensação de tiro e a variedade de armas mantendo o núcleo divertido da franquia intacto. Ainda assim, a progressão natural força o jogador a abandonar armas favoritas por equipamentos de nível superior, um ciclo típico do gênero que pode frustrar.

O visual característico, com seu estilo cel-shading e cores vibrantes, está mais polido do que nunca, tornando Pandora um planeta visualmente impressionante. Por outro lado, a direção de arte não salva a experiência de alguns dos problemas técnicos relatados. Bugs de missão, como NPCs que se recusam a progredir ou waypoints que aparecem em locais errados, quebram a imersão e exigem que o jogador restaure saves. Além disso, a sensação de que o jogo foi balanceado prioritariamente para o multiplayer fica evidente nas arenas cheias de inimigos, que se tornam repetitivas após dezenas de horas.

O Humor em Segundo Plano e o Futuro

Uma mudança significativa e talvez a mais polêmica está no tom narrativo. Em resposta às críticas sobre a imaturidade do humor em Borderlands 3, a quarta edição abraça um vilão mais sisudo e reduz a frequência das piadas escrachadas. Como resultado, o jogo perde uma de suas marcas registradas, tornando-se uma experiência menos engraçada e mais genérica. A campanha principal ainda oferece momentos de brilho, mas é envolvida por uma quantidade considerável de conteúdo secundário repetitivo, descrito na análise como “encher linguiça”.

Assim, Borderlands 4 se estabelece como um capítulo de transição na franquia. Ele avança em aspectos técnicos e de qualidade de vida, mas retrocede em identidade e ousadia. O jogo entrega a experiência de tiro e coleta que os fãs esperam, porém, envolta em uma estrutura de mundo aberto que nem sempre justifica sua existência. O impacto no Brasil segue o global, com a comunidade debatendo se as mudanças representam a evolução necessária ou o afastamento da essência que tornou a série um sucesso. O futuro da franquia dependerá de como a Gearbox assimilará o feedback deste lançamento divisivo.

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