Chainsaw Man: Arco do Inferno termina rápido com novo vilão aterrorizante

Chainsaw Man surpreendeu os fãs nesta quarta-feira, 14 de janeiro de 2026, com um retorno ao Inferno que terminou de forma abrupta e aterrorizante. No capítulo 226, intitulado “Casa do Gafanhoto”, Denji e Yoru (a forma de Asa Mitaka possuída pela Bruxa da Guerra) viajam ao submundo em busca de um demônio poderoso para derrotar. No entanto, o plano falha completamente quando eles encontram o novo e assustador Demônio do Gafanhoto, que os força a uma retirada desesperada em poucos minutos. Essa reviravolta, disponível nas plataformas Viz Media, Manga Plus e app Shonen Jump, frustrou expectativas de um arco prolongado no Inferno, mas estabeleceu uma nova e poderosa ameaça para o futuro da série.
O capítulo, lançado como parte da segunda parte do mangá de Tatsuki Fujimoto, mostra como a tentativa de Denji de superar Yoru levou a um confronto direto com os horrores do Inferno. Devido à força esmagadora do novo antagonista, a dupla precisou fugir, deixando a porta entre os mundos aberta. Por isso, a breve visita pode ter consequências catastróficas, permitindo que outras entidades demoníacas escapem para o mundo humano. Essa jogada narrativa subverte as expectativas dos leitores e mantém o título como um dos shonens mais imprevisíveis atualmente.
O Poder e o Símbolo do Novo Demônio
Apesar da aparição curta, o Demônio do Gafanhoto já demonstrou um poder formidável. Ele conseguiu ferir Yoru gravemente e ainda tankou um ataque em cheio do Denji transformado, continuando a lutar mesmo com o corpo dilacerado. Além disso, sua introdução carrega um peso simbólico profundo. Os gafanhotos são historicamente temidos como pragas que destroem plantações e causam fome, sendo inclusive uma das pragas bíblicas do Egito. Dessa forma, sua chegada pode ser um presságio de tempos ainda mais sombrios e uma possível conexão com Fami, a Bruxa da Fome, cujo retorno à trama agora parece mais provável.
Enquanto a apresentação visual do vilão não supera a icônica entrada do Demônio da Escuridão, o mangaká conseguiu criar um clima de horror eficaz, especialmente no momento em que Asa recupera a consciência e implora por ajuda. A arte de Fujimoto, com traços expressivos que destacam o desespero da personagem, continua sendo um dos pontos fortes da obra. Assim, mesmo decepcionando pela brevidade, o capítulo planta sementes para conflitos futuros. A grande questão que fica é se essa foi apenas uma amostra do caos que está por vir ou um sinal de que Fujimoto pretende encerrar a série mais cedo do que o esperado. Os fãs terão a resposta a partir do próximo capítulo, previsto para 20 de janeiro.







