A administração do Dragon Ball Store Tokyo, a primeira loja física permanente da franquia no mundo, finalmente substituiu os visuais de Goku que estampavam sua fachada e geraram intensa polêmica desde a abertura, em novembro de 2025. A mudança, realizada de forma discreta no início de janeiro de 2026, veio após meses de críticas ferozes da comunidade global de fãs e de figuras históricas da série, que consideravam as ilustrações originais de baixa qualidade e desrespeitosas com a obra de Akira Toriyama. A decisão é vista como uma vitória simbólica para os fãs, demonstrando que o feedback coletivo ainda pode influenciar os detentores da icônica licença de mangá e anime.
As imagens anteriores, instaladas na escadaria de acesso à loja no distrito de Ikebukuro, foram amplamente ridicularizadas nas redes sociais por seu traço considerado “desajeitado” e “técnicamente incorreto”. A pressão ganhou força adicional quando Kazuhiko Torishima, ex-editor-chefe de Dragon Ball na Weekly Shonen Jump, criticou publicamente a direção artística da loja em uma transmissão ao vivo. Ele acusou os responsáveis de tomar decisões arrogantes e puramente comerciais, desprezando o legado artístico da série. Por isso, a substituição por artes oficiais consagradas foi recebida com alívio pelos fãs brasileiros, que acompanham a franquia há décadas.
Uma resposta tardia, mas necessária
Os novos visuais agora apresentam Goku em suas formas clássicas e icônicas, seguindo a cronologia das séries animadas: Dragon Ball, DBZ, DBGT, DB Kai, Dragon Ball Super e a aguardada Dragon Ball Daima. Este movimento busca reparar a relação com a comunidade, oferecendo representações gráficas fiéis e respeitosas que os fãs sempre esperaram de um estabelecimento oficial. No entanto, especialistas em branding alertam que a ação corrige apenas um dos vários problemas apontados, já que críticas sobre a qualidade de alguns produtos e a estética geral do local permanecem.
Dessa forma, o episódio serve como um alerta para as empresas que gerenciam propriedades intelectuais amadas por gerações. No Brasil, onde a cultura otaku e o amor por Dragon Ball só crescem, fãs comemoram a mudança, mas permanecem vigilantes. O caso prova que, em 2026, a voz do consumidor e do fã, especialmente quando unida e embasada, ainda tem peso para forçar ajustes, mesmo em gigantes do entretenimento. A expectativa agora é que essa sensibilidade se estenda a todos os futuros lançamentos e produtos da franquia.
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