Fenômeno ‘Heated Rivalry’ inspira noites temáticas esgotadas em clubes

Heated Rivalry, a série canadense de drama gay sobre hóquei que se tornou um fenômeno inesperado, está transformando a vida noturna. Em janeiro de 2026, pelo menos uma dúzia de festas e club nights dedicadas à produção da HBO Max estão esgotando ingressos em casas noturnas de São Francisco, como Public Works, The Stud e DNA Lounge. O sucesso repentino, que levou a série ao Top 10 da plataforma desde sua estreia em novembro, se deve a uma narrativa envolvente e a uma base de fãs extremamente dedicada, composta por adolescentes do TikTok, amantes de romances e a comunidade LGBTQIA+.

Os donos de clubes, como Cip Cipriano do Q Bar no Castro, viram na série uma oportunidade única para atrair público. Por isso, organizaram eventos temáticos que se esgotaram em poucas horas. A primeira data no Q Bar vendeu todos os ingressos em horas, a segunda em seis horas e a terceira em nove. Esse fenômeno cultural surge em um momento onde, segundo os organizadores, as pessoas buscam histórias positivas e escapismo, contrastando com um cenário mundial muitas vezes desgastante.

O Fenômeno Por Trás da Febre

A ascensão de Heated Rivalry ao mainstream é impulsionada não apenas pela trama, mas por uma cultura de fãs vibrante nas redes sociais. Além disso, a curadoria musical da série, que vai do indie rock canadense aos remixes clubber, se tornou uma atração à parte. Cenas icônicas são remixadas ao infinito no TikTok com trilhas de artistas como Taylor Swift e Chappell Roan, mantendo a série fresca na discussão pública. Graças a esse buzz, a produção já foi renovada para uma segunda e terceira temporada, e os livros de Rachel Reid que a inspiraram estão com lista de espera nas bibliotecas.

O apelo da série, no entanto, vai além do entretenimento. Para muitos fãs, a história de amor entre os jogadores Shane Hollander e Ilya Rozanov representa uma forma de subversão doce e necessária. “Tudo parece girar em torno de que o mundo está acabando”, reflete Cipriano. “Mas, de repente, você liga essa série e é apenas uma linda história de amor gay com um final perfeito”. Dessa forma, o fenômeno transcende a tela e se materializa em experiências coletivas nas pistas de dança, unindo pessoas em torno de uma narrativa que celebra o amor e a representatividade.

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