Guia Fate/strange Fake: 6 animes essenciais para entender a série em 2026

Fate/strange Fake é um dos grandes lançamentos de anime aguardados para este ano de 2026, mas sua trama complexa pode gerar dúvidas nos fãs. Por isso, preparar-se assistindo às séries certas é a chave para aproveitar cada detalhe. Este guia lista os seis animes fundamentais para mergulhar no universo de Type-Moon, desde os essenciais até os que oferecem contexto extra. Compreender a cronologia e as conexões entre os personagens, como Waver Velvet e Gilgamesh, faz toda a diferença para desvendar os conflitos da nova Guerra do Santo Grail que se desenrola em Snowfield.
Mas como navegar por uma franquia com tantas linhas do tempo? Apesar de cada série acontecer em uma realidade paralela, eventos cruciais se repetem, formando uma linha principal que vai de Fate/Zero até Strange Fake. Para isso, a ordem de exibição é sua melhor aliada. Dessa forma, você não apenas entende as regras da batalha entre Masters e Servants, como também acompanha a evolução de personagens icônicos que retornam na nova produção.
A Jornada Cronológica: Do Passado ao Presente
Para começar do jeito certo, Fate/Zero é o ponto de partida obrigatório. A série, que se passa 15 anos antes dos eventos de Strange Fake, introduz o conceito da Guerra do Santo Grail e apresenta figuras centrais como o jovem Waver e o arrogante Gilgamesh. Assistir a essa obra é crucial, pois ela molda a psicologia desses personagens e estabelece as bases da sociedade mágica. Logo após, a sequência natural é Lord El-Melloi II’s Case Files, que acompanha Waver uma década depois, já como um professor genial carregado de culpa. Essa série, que ocorre apenas cinco anos antes de Strange Fake, detalha o funcionamento da Torre do Relógio e apresenta Flat Escardos, um dos protagonistas da nova história.
O próximo passo na linha do tempo principal é Unlimited Blade Works, uma das rotas de Fate/stay night. Esse arco aprofunda a psicologia de Gilgamesh como antagonista e mostra a conclusão do desenvolvimento de Rin Tohsaka. Além disso, a série conecta Rin ao salão de aulas de Waver na Torre do Relógio, um vínculo importante para o contexto de Strange Fake. Embora essas três séries formem o núcleo essencial, outras produções oferecem camadas extras de significado. Fate/Apocrypha, por exemplo, ocorre em uma linha do tempo totalmente divergente, mas explora o conceito de uma Grande Guerra do Santo Grail com duas facções, um pano de fundo útil para entender a escala do conflito em Snowfield.
Contexto Extra e Adaptações Alternativas
Além das séries principais, alguns títulos oferecem um contexto valioso sobre elementos específicos. Um exemplo é Tsukihime, uma história sobre vampiros em um universo onde Servants não podem ser invocados. Apesar da adaptação em anime de 2003 ser considerada fraca, ela ajuda a compreender o papel dos mortos-vivos em Strange Fake. No entanto, devido à sua baixa qualidade, a recomendação atual é jogar o remake visual novel lançado em 2024, TSUKIHIME -A piece of blue glass moon-, disponível para Nintendo Switch e PlayStation. Outra curiosidade é Fate/Prototype, um projeto inicial que deu origem a toda a franquia. Embora nunca tenha virado uma série completa, um OVA de 12 minutos dentro de Carnival Phantasm apresenta Ayaka Sajō, personagem que inspira a protagonista de Strange Fake, ambas com a mesma dubladora.
Portanto, embora Fate/strange Fake seja acessível para novos fãs, a experiência fica muito mais rica com essa bagagem. A franquia Fate pode parecer um labirinto à primeira vista, mas cada uma dessas séries é uma peça fundamental do quebra-cabeça. Dessa forma, você estará mais do que preparado para acompanhar as batalhas épicas e os dramas pessoais que a nova produção promete trazer. Afinal, entender o passado é a melhor maneira de aproveitar o futuro da série neste ano de 2026.









