My Hero Academia: Vigilantes, o primeiro spin-off em anime da franquia de sucesso, surge como uma nova aposta para os fãs brasileiros em janeiro de 2026. Com a série principal finalizada após oito temporadas, a nova produção se passa cinco anos antes dos eventos originais e acompanha Koichi Haimawari, um estudante universitário sem licença heroica. A adaptação do mangá, que teve 15 volumes publicados até 2022, chega como um alívio necessário para os fãs, oferecendo uma perspectiva mais sombria e focada em crimes de rua dentro do mesmo universo.
O spin-off se diferencia ao optar por histórias menores e mais realistas, longe do tom apocalíptico das últimas temporadas de My Hero Academia. Enquanto a série original acompanhava Deku e sua turma na escola U.A., Vigilantes mergulha no submundo dos vigilantes, explorando temas como tráfico de drogas e abuso sexual. Dessa forma, a produção atende a um público que amadureceu junto com a franquia, oferecendo uma visão mais madura e niilista do mundo dos heróis.
Um universo expandido com personagens conhecidos
Além de apresentar novos protagonistas como Koichi, Knuckleduster e Pop☆Step, Vigilantes se aproveita de sua premissa de prequel para desenvolver personagens icônicos que a série principal não pôde explorar totalmente. Heróis como Stain, Ingenium e Eraserhead ganham novo destaque e profundidade, em uma abordagem similar à que Better Call Saul fez com Breaking Bad. Essa expansão do lore principal é um dos grandes trunfos do spin-off, que funciona tanto para novos fãs quanto para os mais antigos.
Os poderes, ou “Quirks”, também recebem um tratamento diferente. Longe das habilidades cataclísmicas do confronto final entre Deku e All For One, Vigilantes celebra a estranheza e singularidade dos poderes mais simples. Koichi, por exemplo, possui apenas a habilidade de deslizar e planar, forçando soluções criativas para os conflitos. Essa abordagem resgata o senso de maravilha presente no início de My Hero Academia, mostrando que heróis vêm em todos os formatos e tamanhos.
O futuro da franquia pós-Deku
Com um tom deliberadamente mais sombrio e focado em um público jovem adulto, My Hero Academia: Vigilantes se alinha a tendências atuais do shonen, como vemos em Chainsaw Man e Jujutsu Kaisen. A série prova que o universo criado por Kohei Horikoshi ainda tem muito a oferecer, mesmo após o arco principal ter chegado ao fim. Para os fãs brasileiros, essa nova produção representa não apenas uma continuação, mas uma evolução natural da narrativa, que promete manter a chama da franquia acesa por muitos anos.
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