Prepare o seu bolso, porque a Netflix resolveu começar o fim de ano de forma indigesta. A gigante do streaming acaba de anunciar um aumento significativo nos preços de seus planos mais populares no Brasil. O reajuste pode bater até R$ 14,00 a mais por mês, dependendo da sua modalidade de assinatura.
A mudança, que já está valendo para novos assinantes, reflete a estratégia da plataforma de maximizar receitas e, claro, financiar aquelas séries e filmes originais caríssimos que a gente adora maratonar. Os antigos usuários sentirão o impacto a partir de 1º de dezembro.
Quanto Vai Custar Assistir Agora?
O plano Básico (que já era criticado por não oferecer Full HD) não foi afetado. Mas se você gosta de qualidade e quer dividir a conta, o cenário ficou mais pesado.
O Plano Padrão, ideal para quem quer qualidade HD e acesso em até dois aparelhos simultâneos, saltou de R$ 39,90 para R$ 49,90. Um aumento de R$ 10,00 que certamente fará muita gente rever se vale a pena manter a assinatura.
Para quem assina o Premium, que garante 4K e quatro telas simultâneas, a facada foi maior: o preço saiu de R$ 55,90 para impressionantes R$ 69,90. Um aumento de R$ 14,00 de uma vez só. É quase o preço de uma assinatura de outro serviço de streaming.
O Barato Que Sai Caro: O Plano com Anúncios
Mas nem tudo é desespero. Para tentar compensar a alta e frear o êxodo de assinantes, a Netflix reforçou seu plano mais acessível: o “Básico com Anúncios”.
Por R$ 18,90, você pode ter acesso à vasta biblioteca da plataforma, mas com duas grandes pegadinhas. A primeira, óbvia, é aguentar as interrupções comerciais. A segunda, menos falada, é que você não poderá baixar conteúdo. Sim, a função de download foi desativada neste plano.
Além disso, o plano com anúncios ainda não dá acesso a todo o catálogo. Alguns filmes e séries licenciados por terceiros não estão disponíveis para quem paga a mensalidade mais barata. Ou seja: você paga menos, mas assiste menos e ainda tem que ver propaganda.
A Justificativa da Gigante
A Netflix explicou em comunicado que o reajuste é fundamental para garantir o “ecossistema sustentável” da empresa. Eles afirmam que o dinheiro será revertido na produção de mais conteúdo local de alta qualidade e na melhoria da experiência do usuário.
Essa rodada de aumentos não atingiu apenas o Brasil; ela faz parte de uma movimentação estratégica que inclui outros dez países da América Latina. Resta saber se, com um preço tão salgado, os usuários brasileiros vão continuar a encarar a Netflix como um serviço essencial ou se vão migrar definitivamente para a concorrência.
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