A Netflix, a gigante do streaming, encerrou oficialmente a adaptação live-action de “Alice in Borderland” com sua terceira temporada, lançada em janeiro de 2026. No entanto, a plataforma deixou de adaptar uma obra fundamental do universo criado por Haro Aso: o spin-off “Alice in Border Road”. Esta decisão, apesar de lógica para quem acompanha o mangá original, significa que os fãs brasileiros perderam a chance de ver uma história que aprofunda e explica os mistérios centrais do Borderland. Enquanto a série principal se encerra, uma narrativa crucial para entender aquele universo permanece apenas nas páginas dos quadrinhos.
A terceira temporada da série, que chegou ao catálogo neste início de ano, adaptou a sequência “Alice in Borderland: Retry”, encerrando o arco dos personagens principais. Por isso, qualquer continuação além desse ponto seria um material totalmente novo, sem base na obra original. Apesar disso, a escolha de não trazer “Alice in Border Road” para as telas é vista por especialistas como uma oportunidade perdida. Isso porque este spin-off funciona como uma peça-chave, oferecendo uma visão mais científica e detalhada sobre a natureza da realidade alternativa apresentada na série, algo que muitos fãs sempre questionaram.
O que é Alice in Border Road e por que é importante?
Diferente da série original focada em Arisu e nos jogos mortais, “Alice in Border Road” apresenta uma nova protagonista, Alice Kojima, uma estudante do ensino médio que acorda em uma Kyoto deserta. A trama se desenrola como uma jornada a pé até Tóquio, com um grupo de sobreviventes, mas o grande diferencial está no conflito. Em vez de batalhas físicas, a obra se concentra em um intenso thriller psicológico, com a presença de um traidor assassino entre os personagens. Dessa forma, a atmosfera se assemelha mais a “Death Note” do que a “O Jogo da Lula”, explorando a desconfiança e a paranoia.
O grande valor desta história, no entanto, vai além da trama em si. A partir de certo ponto, a narrativa de “Alice in Border Road” se conecta diretamente com os eventos do mangá original. Ela esclarece conceitos nebulosos, como a verdadeira natureza do Borderland, novas formas de se chegar lá e o impacto dessa realidade nos “cidadãos”. Além disso, a obra destrói o halo místico para tentar dar uma explicação mais concreta e quase científica para os fenômenos, focando na predisposição psicológica dos indivíduos que ali chegam. Em outras palavras, ela tira o foco da superação pessoal e mergulha nas regras que governam aquele mundo.
No Brasil, os fãs interessados em conhecer esta parte da história podem encontrá-la em formato de mangá, publicado pela editora NewPOP. A coleção completa possui oito volumes no total, oferecendo uma experiência narrativa distinta e complementar. Portanto, apesar da Netflix ter concluído a jornada televisiva de Arisu de maneira satisfatória, o universo de “Alice in Borderland” ainda guarda segredos e camadas de profundidade que, por enquanto, estão reservados apenas aos leitores de quadrinhos.
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