O novo filme “Terror em Silent Hill: Regresso ao Inferno” estreou nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 22 de janeiro de 2026, e já enfrenta duras críticas, sendo considerado um forte candidato ao título de pior produção do ano. Dirigido por Christopher Gans, que também comandou a adaptação de 2006, a sequência traz de volta Jeremy Irvine no papel de James, um homem que retorna à cidade assombrada após receber uma carta misteriosa de seu amor perdido. No entanto, devido a uma narrativa confusa e falhas na construção do terror, a obra falha em engajar e assustar, resultando em uma experiência considerada monótona e difícil de acompanhar pelos primeiros espectadores.
Com previsão de permanecer em cartaz nas próximas semanas, o longa tenta revitalizar a franquia duas décadas após o primeiro filme, mas esbarra em problemas fundamentais. A trama, que segue James em sua descida a um Silent Hill irreconhecível e dominado por forças malévolas, não consegue estabelecer conexão emocional com o público, nem clarificar suas próprias regras sobrenaturais. Como resultado, a tentativa de resgatar a amada Mary se torna uma jornada desinteressante, onde os sustos são previsíveis e a história, incompreensível, deixando a impressão de um sonífero caro em vez de um thriller aterrorizante.
Análise da Crítica e Desempenho
A crítica aponta que, apesar do esforço solitário do ator Jeremy Irvine, o filme sofre com uma direção sem foco e um roteiro cheio de buracos. A narrativa falha em distinguir o que é realidade, sonho ou alucinação dentro da cidade amaldiçoada, o que confunde o espectador desde os primeiros atos. Além disso, o longa não desenvolve de forma convincente o amor entre James e Mary, motivo central da trama, o que enfraquece completamente a motivação do protagonista e o investimento do público. Dessa forma, os elementos de terror, que são a essência da franquia de jogos, aparecem como meros clichês sem impacto, falhando em gerar tensão ou medo genuíno.
Portanto, o “Regresso ao Inferno” chega como uma grande decepção para os fãs da série e para o público geral de terror em 2026. Enquanto outras produções do gênero buscam inovar, esta sequência parece presa ao passado, sem conseguir capturar a atmosfera psicológica e perturbadora que consagrou Silent Hill. A expectativa agora é pelo desempenho nas bilheterias brasileiras, mas as primeiras impressões sugerem que o filme pode ter um caminho difícil pela frente, consolidando-se como um dos maiores fracos do início do ano no cinema.
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