Madame Masque veste armadura de guerra para enfrentar Venom nos quadrinhos

Madame Masque, a icônica vilã da Marvel, elevou o nível de sua rivalidade com o simbionte em Venom #253, que já está nas lojas. Nesta edição de janeiro de 2026, a criminosa, interpretada por Whitney Frost, ataca as pessoas próximas ao herói com uma nova e robusta armadura, desafiando Mary Jane Watson e o próprio Venom a uma batalha direta. A história, escrita por Al Ewing e desenhada por Carlos Gómez, ganha relevância porque marca um momento crucial no controle do submundo do crime de Nova York, território que Madame Masque tenta dominar após os eventos do crossover “Gang War”.
A vilã conseguiu descobrir a identidade secreta por trás do atual hospedeiro de Venom, o que a torna uma ameaça ainda mais pessoal e perigosa. Dessa forma, o confronto promete ser mais intenso do que simples embates físicos, já que envolve uma guerra psicológica e estratégica. No entanto, os problemas para o simbionte podem aumentar em breve, devido à minissérie Amazing Spider-Man/Venom: Death Spiral, que chega em breve e promete apresentar um novo serial killer chamado Torment.
Uma vilã com décadas de história
Apesar do visual moderno e da tecnologia avançada, a origem de Madame Masque remonta a 1967, quando Stan Lee e Gene Colan a apresentaram como a misteriosa “Big M” nos quadrinhos. Filha do Conde Nefaria, Whitney Frost rejeitou inicialmente o legado criminoso da família, mas acabou abraçando seu destino como uma das vilãs mais duradouras da Marvel. Além disso, sua recente onda de popularidade não apenas reconstruiu seu império, como também foi o gatilho para o grande evento “Gang War”, que abalou os alicerces do crime organizado no universo Marvel.
Por outro lado, a escolha de Madame Masque como antagonista principal neste arco surpreendeu muitos fãs, considerando o quão mortal ela pode ser para os aliados de um herói. Assim, a edição atual não é apenas mais um capítulo de luta, mas sim um movimento estratégico que redefine os relacionamentos e poder entre heróis e vilões. Com previsão de mais ações impactantes, a vilã prova que, mesmo após quase 60 anos, seu jogo de poder continua mais relevante do que nunca.









