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Produtor do Riftbound Analisa Onde Legends of Runeterra Falhou

Legends of Runeterra falhou em capturar a paixão dos jogadores da mesma forma que seus outros títulos porque não colocou os campeões no centro das atenções. Essa é a análise franca de Chengran Chai, produtor executivo do Riftbound, o novo jogo de cartas físico da Riot Games. Em entrevista recente, ele explicou que, enquanto o LoR tinha uma jogabilidade sólida e monetização generosa, a identidade dos campeões era fraca demais. Com isso, o jogo digital não gerou a receita esperada, apesar de sua popularidade inicial. Agora, em janeiro de 2026, a empresa busca corrigir essa falha com seu projeto físico, que promete colocar ícones como Sett e Kai’Sa como protagonistas absolutos.

Como resultado dessa reflexão, o design do Riftbound foi meticulosamente planejado para que os jogadores sintam a mesma empolgação de “construir um deck do Sett” se considerarem “mains” do personagem. Diferente do LoR, que podia ser ajustado com patches, o jogo físico exige um balanceamento perfeito desde o lançamento. Portanto, a Riot posiciona seu novo TCG entre Pokémon e Magic: The Gathering em complexidade, buscando uma acessibilidade maior sem abrir mão da profundidade estratégica. A segunda coleção, Spiritforged, já está disponível na China e tem lançamento internacional previsto para 13 de fevereiro, prometendo sacudir o mercado de cartas colecionáveis.

O Caminho do Físico e a Busca pelo “Ponto Ideal”

A Riot Games está apostando suas fichas no mercado físico com o Riftbound, um terreno onde a monetização, por natureza, é mais agressiva do que no digital. No entanto, o desafio vai além do modelo de negócios. Como não há como corrigir cartas impressas com um simples update, cada conjunto precisa ser balanceado para que novas cartas desbancem as poderosas dos sets anteriores, evitando um meta estagnado. Chengran Chai acredita que a empresa encontrou um “ponto ideal” no design, reduzindo a barreira de entrada comum aos TCGs sem simplificar demais a experiência. Em outras palavras, a estratégia é atrair tanto os fãs casuais quanto os jogadores competitivos que buscam um desafio a mais.

Dessa forma, o Riftbound surge não apenas como um novo produto, mas como uma resposta direta aos aprendizados com o Legends of Runeterra. A pergunta que fica é se essa fórmula, que coloca os campeões como estrelas inquestionáveis e busca um equilíbrio delicado entre simplicidade e estratégia, conseguirá conquistar o público brasileiro, tradicionalmente fiel a gigantes como Yu-Gi-Oh! e Magic. A estreia internacional no próximo mês dará a primeira grande resposta e mostrará se a Riot finalmente acertou a mão no disputado mundo dos jogos de cartas.

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Adriano Ladislau

Adriano é Mercadólogo, Publicitário, Professor e Podcaster. Atua há mais de 10 anos escrevendo conteúdo especializado em cultura geek e, paralelamente, desenvolveu uma carreira sólida no marketing, com foco em análise de dados e campanhas criativas. Já liderou equipes, negociou parcerias com grandes marcas e hoje ensina novos profissionais a navegar nesse universo com conteúdo direto, prático e bem-humorado. Quando não está cuidando do Santuário Geek ou do seu grupo no Telegram, provavelmente está ouvindo Queen ou maratonando um clássico do gênero Tokusatsu.

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