HBO ignora escolas de magia em série de Harry Potter e frustra fãs

Série de Harry Potter da HBO está gerando polêmica entre os fãs brasileiros em janeiro de 2026, pois a produção optou por refazer a história de Hogwarts em vez de explorar outras escolas de magia do mundo bruxo. Com previsão de estreia nos próximos anos, a série promete uma adaptação mais fiel dos livros, mas muitos torcem por narrativas inéditas em locais como Ilvermorny, nos EUA, e Uagadou, na África. Dessa forma, a HBO perde a chance de expandir o universo de forma única, algo que os filmes originais apenas sugeriram.
No entanto, a decisão da emissora foca no conhecido castelo escocês, ignorando o rico potencial de histórias complementares. Desde a introdução de Beauxbatons e Durmstrang em ‘Harry Potter e o Cálice de Fogo’, os fãs anseiam por mais diversidade, e a nova série poderia preencher essa lacuna com tramas originais. Ainda assim, a escolha atual sugere um retorno seguro, mas limitado, ao mesmo cenário, o que pode adiar ainda mais a exploração de novos conflitos mágicos.
O potencial desperdiçado além de Hogwarts
Além das escolas europeias, a lore de Harry Potter inclui Ilvermorny, que reflete a cultura norte-americana, e Uagadou, onde os bruxos não precisam de varinhas para magia. Esses locais oferecem histórias únicas, como diferenças culturais e novas formas de feitiçaria, que uma série spin-off poderia explorar em profundidade. Por isso, a HBO tem uma oportunidade de ouro para inovar, mas corre o risco de repetir fórmulas já consolidadas, frustrando quem espera por novidades.
Portanto, enquanto aguardamos mais notícias da produção, os fãs brasileiros esperam que a emissora ouça as críticas e considere expansões futuras. Afinal, o universo mágico tem muito a oferecer além das paredes de Hogwarts, e 2026 pode ser o ano de mudanças, se houver coragem para arriscar em narrativas mais amplas e inclusivas.









