Alex Honnold, o famoso alpinista de Las Vegas, protagonizou um dos eventos mais radicais já transmitidos ao vivo. Neste sábado, 25 de janeiro de 2026, ele escalou os 1.667 pés (cerca de 508 metros) do icônico arranha-céu Taipei 101, em Taiwan, sem qualquer corda ou equipamento de segurança. O feito, realizado como parte do especial da Netflix intitulado “Skyscraper Live”, foi adiado por 24 horas devido às condições climáticas, mas finalmente aconteceu diante de uma audiência global. A transmissão, no entanto, gerou intenso debate sobre a ética de transformar um ato de risco extremo em entretenimento televisivo.
Durante a escalada, Honnold, conhecido por sua personalidade introspectiva no premiado documentário “Free Solo”, adotou um comportamento inédito. Ele acenou, posou para fotos e interagiu com as pessoas dentro do prédio, que o assistiam a centímetros de distância através das janelas. Além disso, o alpinista usava um microfone que captava seus comentários e o som de seus pés nas estruturas de aço, criando uma experiência imersiva, porém tensa, para os espectadores. A produção ainda intercalou a transmissão ao vivo com vídeos de sua vida familiar, mostrando sua esposa Sanni e suas filhas pequenas, June e Alice.
O espetáculo e a polêmica por trás da escalada
Ao contrário da escalada solitária em El Capitan, retratada em 2018, “Skyscraper Live” foi claramente um evento produzido para a TV. Honnold fez pausas para responder perguntas da apresentadora Elle Duncan e do comentarista e lutador da WWE Seth Rollins. “É muito diferente da minha experiência usual de free solo”, admitiu o alpinista durante uma dessas interrupções, referindo-se às selfies tiradas no percurso. A Netflix transmitiu o evento com um atraso de 10 segundos, uma medida de segurança padrão para situações ao vivo de alto risco, que permitiria aos produtores cortar a transmissão em caso de acidente.
O risco calculado, no entanto, não impediu a polêmica. Diversos artigos e análises questionaram a moralidade de transformar um desafio com consequências potencialmente fatais em espetáculo. O próprio The Hollywood Reporter fez um cálculo sombrio, observando que uma queda daquela altura levaria aproximadamente 10,2 segundos. O hype em torno do evento foi tão grande que até mesmo o “Saturday Night Live” satirizou a situação em um sketch estrelado por Mikey Day como Honnold. Dessa forma, o especial da Netflix se insere em uma longa tradição de eventos televisivos que desafiam a morte, como os saltos de Evel Knievel e as caminhadas na corda bamba de Nik Wallenda, mas levanta novas questões sobre os limites do entretenimento na era do streaming.
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