Netflix decidiu cancelar a série japonesa de suspense e sobrevivência Alice in Borderland após sua terceira temporada, encerrando assim a história do jovem Arisu em uma Tóquio deserta e mortal. A plataforma de streaming anunciou o fim da produção em seu relatório trimestral de engajamento “What We Watched: The Second Half of 2025”, divulgado em janeiro de 2026. A decisão surpreendeu muitos fãs, já que a terceira temporada alcançou a marca expressiva de 25 milhões de visualizações. No entanto, o cancelamento faz parte de uma reestruturação maior na Netflix, que recentemente adquiriu a Warner Bros. por cerca de US$ 83 bilhões e vem ajustando seu catálogo.
Apesar do sucesso de audiência, a terceira temporada registrou uma queda nas avaliações, o que pode ter influenciado a decisão. Enquanto isso, a plataforma destacou outros sucessos japoneses em seu relatório, como Last Samurai Standing, que atraiu 21 milhões de views. Dessa forma, o fim de Alice in Borderland reflete a natureza volátil do mercado de streaming, onde números de audiência nem sempre garantem a renovação de uma série.
Queda nas avaliações e futuro incerto
A narrativa de Alice in Borderland acompanha Arisu, um jovem desiludido que, junto com a destemida Usagi, precisa sobreviver a jogos mortais em uma versão surreal e vazia de Tóquio. A série, que estreou em 2020, conquistou uma base de fãs dedicada globalmente, incluindo no Brasil, graças à sua trama intensa e visuais impressionantes. No entanto, a recepção da terceira temporada foi mista: a crítica especializada concedeu uma pontuação de 63%, enquanto a avaliação do público ficou em apenas 57%. Essa queda no entusiasmo pode ter sido um fator crucial para o cancelamento, demonstrando como a plataforma avalia tanto o engajamento quantitativo quanto a satisfação qualitativa dos assinantes.
Com a notícia oficial, os fãs agora precisam se contentar com as três temporadas disponíveis. O fim da série deixa perguntas sobre o destino dos personagens, mas também serve como um exemplo claro das mudanças rápidas no cenário do entretenimento digital. Portanto, enquanto a Netflix integra os novos ativos da Warner Bros. e HBO Max, outras produções originais podem enfrentar revisões semelhantes em busca da eficiência e do conteúdo mais rentável para a gigante do streaming.
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