Netflix enfrentou uma onda de críticas de seu público após a transmissão ao vivo do evento Skyscraper Live, no último sábado. O especial, que acompanhou o lendário escalador Alex Honnold em sua subida sem cordas pelo arranha-céu Taipei 101, em Taiwan, foi considerado um fracasso em termos de produção e comentários. Apesar do feito impressionante de Honnold, que concluiu a escalada com sucesso, os espectadores reclamaram que a cobertura da Netflix atrapalhou a experiência, com comentários considerados “insuportáveis” e uma produção que não entendeu o que torna o esporte fascinante.
O evento, que faz parte da aposta da plataforma em conteúdos ao vivo, revelou uma curva de aprendizado mais íngreme do que a própria escalada. Enquanto a Netflix já teve sucesso com transmissões de boxe, o formato aplicado ao alpinismo de alto risco não agradou. A principal queixa dos fãs, especialmente dos entusiastas da escalada, foi a interrupção constante dos momentos de tensão com falas desnecessárias dos apresentadores, impedindo que o público se conectasse com a concentração e a técnica de Honnold.
“A pior produção esportiva ao vivo que já vi”
Imediatamente após a transmissão, as redes sociais foram tomadas por reclamações. Fóruns como o Reddit e comentários no Instagram da Netflix refletiram a frustração geral. Um usuário resumiu o sentimento ao afirmar que se tratava da “pior produção esportiva ao vivo” que já tinha visto. O painel de comentaristas, formado pela âncora Elle Duncan, pelo lutador da WWE Seth Rollins e pela escaladora Emily Harrington, foi o alvo principal. Frases como “Ei, Alex, o que você está fazendo?”, ditas no meio da ascensão, foram destacadas como exemplos do tom inadequado e desconexo com o momento.
Muitos espectadores esperavam uma cobertura mais sóbria, que privilegiasse os sons do ambiente, a respiração do atleta e suas próprias análises técnicas. No entanto, a produção optou por um estilo superproduzido, com cortes rápidos e comentários constantes, que, para o público especializado, pareceu feita para um público “leigo” e não para quem realmente aprecia os nuances do free solo. Dessa forma, o evento, que poderia ter sido um marco, acabou servindo como um estudo de caso sobre os desafios de adaptar formatos de transmissão esportiva tradicional para um esporte de nicho.
Um aprendizado caro para o futuro dos eventos ao vivo
A recepção negativa do Skyscraper Live deixa claro que a Netflix ainda precisa aprimorar sua fórmula para eventos ao vivo que fogem do espetáculo puro. A plataforma, que investe pesadamente nesse tipo de conteúdo para se diferenciar da concorrência, agora precisa avaliar se o modelo de comentários e edição hiperativa é o melhor caminho para todas as modalidades. O caso mostra que entender o perfil do público-alvo é fundamental, pois o que funciona para uma luta de boxe pode não funcionar para uma escalada de vida ou morte.
Portanto, a grande questão que fica é se a gigante do streaming vai aprender com essa experiência. A pressão por inovação e engajamento é alta, mas ignorar o feedback direto da comunidade pode ser um erro estratégico. Enquanto isso, o feito de Alex Honnold no Taipei 101 permanece como uma conquista histórica, embora ofuscada, para muitos, por uma cobertura que não fez jus à sua grandiosidade e perigo.
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